União Geral de Trabajadores

Mari Carmen Barrera muda para o Ministro da Inclusão, Segurança Social e Migrações a necessidade de regular uma pensão decente sem cortes para carreiras superiores a 40 anos

p>O Secretário de Políticas Sociais, O Emprego e Segurança Social da UGT, Mari Carmen Barrera, reuniu-se hoje, juntamente com o Sindicato dos Reformados e Reformados da União (UJP-UGT) e a Confederação Estatal das Associações e Federações de Pré-Reformados e Reformados da Telefónica (CONFEDETEL), com o Ministro da Inclusão, Segurança Social e Migrações, José Luis Escrivá.

Uma reunião em que Barrera se mudou para o Governo, como fez em Julho passado com a presidente da Comissão do Pacto de Toledo, Magdalena Valerio, a exigência de “que as carreiras contributivas acima dos 40 anos gerem uma pensão decente e sem cortes, como acontece noutros países da União Europeia, através da revisão do conceito de pensões contributivas para longas carreiras contributivas”.

A este respeito, lembrou ao Ministro Escrivá, antes da sua comparência hoje na Comissão do Pacto de Toledo, que em Espanha “é a circunstância de que durante a crise, e graças à desregulamentação das EREs que trouxe no seu dia a reforma laboral de 2012, cinco milhões de pessoas foram despedidas, a maioria com mais de 55 anos, que viram a sua carreira contributiva interrompida e que verão as suas pensões diminuírem apesar de terem trabalhado toda a vida”.

Uma exigência repetida da UGT

Por isso, Mari Carmen Barrera considerou que a descriminalização dos coeficientes de redução das reformas passadas e futuras para as reformas involuntárias “-e falsas voluntárias que são involuntárias – provenientes da ERE, despedimentos colectivos involuntários, contratos individuais de pré-reforma involuntária, etc.” deve ser tida em conta. Na mesma linha, “chegou a altura de “a exigência reiterada da UGT de eliminar o prazo de aplicação da cláusula de salvaguarda no caso da ERE ser satisfeita”

Desta forma, reivindicou para estas pessoas que viram a sua pensão ser cortada até 40%, pelo facto de se terem reformado mais cedo, “mudar a lei, porque o nosso país, ao contrário de outros países da União Europeia, não tem em conta essas longas carreiras contributivas para gerar uma pensão sem corte e dignidade”.

Também o Secretário de Políticas Sociais, Emprego e Segurança Social da UGT exigiu a necessidade de incorporar esta recomendação no texto de recomendações do Pacto de Toledo, “porque é a única forma de, através da Mesa do Diálogo Social, se chegar a um acordo que dê origem a um texto regulamentar que elimine definitivamente os cortes nas pensões nas longas carreiras contributivas no nosso país, aplicando finalmente uma razão de justiça com estas pessoas reformadas”

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