Osteotomias do maxilar superior

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Understood

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div>div>Adicionamentos

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O Complexo Facial Fixo é aquilo a que traumatologicamente chamamos o Terço Médio da Face.
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Para este terço médio as fracturas em que podemos classificá-las:
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  • li>>li>>div>Plano Horizontal
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    >li>Le Fort I

    Le Fort II

    li>>div>Le Fort II

    >li>>div>Le Forte III

Linha média
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    li>>div>Disjunções

/ul>.

  • Lateral
    <
      >li>Malar
    • div>Arquivo Cigomático
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    Combinado

    p>Osteotomias para o maxilar superior podem ser classificadas:
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      • Parcial
        <
        • Sectorial Anterior
          >>br>/div>

          • Vestibular (Wassmund)
          • Palatine (Wunderer)
        • Sector Posterior
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          • Vestibular
          • Palatine
      Total

    /li>

    Técnica parcial para o sector anterior, ou Wassmund modificado:
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    P>PATIENTES IMPRESSIVOS NÃO VEJAM O VÍDEO

    Neste artigo vamos basicamente referir-nos às Linhas Le Fort por serem as mais frequentes.

    Dr. René Le Fort foi um cirurgião francês que em 1901 publicou um “Tratado Experimental sobre Fracturas do Maxilar Superior” no qual utilizou crânios de cadáveres atirando-os de diferentes distâncias e direcções, e viu onde as fracturas desse terço médio ocorreram devido a áreas de fraqueza que foram atravessadas pelas forças.
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    Chegou à conclusão de que existem 3 traços onde as fracturas ocorrem com mais frequência e chamou-lhes Le Fort I, II e III.
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    Embora Le Fort tenha realizado este estudo do ponto de vista Traumatológico, é extremamente importante e útil aplicá-lo do ponto de vista Terapêutico.
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    LE FORT I

    >br>>>>p>>p>Fractura Horizontal, é supra-apical, começa no entalhe piriforme e termina no processo pterigóides da esfenóide, ao nível do terço inferior do processo.
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    Do ponto de vista terapêutico, a Osteotomia Le Fort I é um dos procedimentos de Cirurgia Ortognática mais utilizados para a correcção de alterações dentofaciais do terço médio, tais como hipoplasias, retrognatismo, mordidas abertas, etc.
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    A primeira Osteotomia Le Fort I foi realizada por Wassmund em 1927 para a correcção de uma mordida aberta, e Axhausen utilizou-a em 1934 para um avanço maxilar.
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    Vamos apreciar a osteotomia da serra:
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    P>PATIENTES IMPRESSIVOS NÃO VERÃO O VÍDEO

    Manuseando o maxilar com a pinça Rowe-Killey:
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    P>PATIENTES IMPRESSIVOS NÃO VEJAM O VÍDEO
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    Aqui vemos o acto cirúrgico Le Fort I completo:
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    P>PATIENTES IMPRESSIVOS DO PRÉMIO NÃO VIDEO
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    LE FORT II


    >br>

    Tambem chamada fractura piramidal porque quando vista de frente deixa um sector de contorno ósseo em forma de pirâmide.
    br>>/p>p> Começa ao nível dos ossos próprios do nariz, passando pela sutura maxilomolar no processo zigomático e atingindo o processo pterigomático um pouco acima do Le Fort I.
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    LE FORT III

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    >br>><

    Fractura transversal, é a mais grave de todas pois resulta na separação da face do crânio, uma disjunção craniofacial.
    >br>>/p>

    Também começa no osso frontal, osso frontal, articulação frontonasal, parede interna ou superior da órbita, processo orbital externo, articulação frontomalar e também atinge o pterigóides acima do Le Fort II, ao nível do terço superior deste processo.
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    CONCLUSÕES
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    Embora o osso esfenoidal não faça parte do rosto, de um ponto de vista traumatológico está quase sempre envolvido neste tipo de fractura.
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    Como em todo o tratamento primário de qualquer fractura temos de realizar a redução, fixação e imobilização da fractura.
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    A fixação tem de estar acima da linha de fractura.

    É muito importante nos exames clínicos de pacientes traumatizados procurar a ausência de movimento transmitido.
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    As abordagens terapêuticas para as diferentes técnicas podem ser vestibulares ou palatinas, mas é essencial manter um dos pedículos que alimenta a maxila para evitar a necrose do fragmento osteotomizado.

    As abordagens terapêuticas para as diferentes técnicas podem ser vestibulares ou palatinas, mas é essencial manter um dos pedículos que alimenta a maxila para evitar a necrose do fragmento osteotomizado.