Os países da bacia mediterrânica utilizam as experiências da Região na optimização dos custos no tratamento da água

A Região de Múrcia acolheu esta semana um encontro internacional sobre recursos hídricos e energia não convencionais, no qual participaram cinquenta representantes de alto nível de países e instituições da Jordânia, Argélia, Tunísia, Egipto, Palestina, Marrocos, Líbano, União para o Mediterrâneo, França e Espanha.

O objectivo deste encontro foi explicar as experiências que estão a ser desenvolvidas nas regiões dos países mediterrânicos relativamente à utilização de recursos não convencionais e o impacto que a energia tem no planeamento hídrico, tal como relatado por fontes do governo regional numa declaração.

Os países da costa mediterrânica acordaram no importante trabalho que a Região de Múrcia desenvolveu na gestão e utilização dos recursos hídricos e nas acções levadas a cabo nos processos de tratamento e purificação para reduzir os seus custos.

E é que, este seminário revelou também as expectativas de que a presidência do Comité das Regiões pelo presidente regional, Ramón Luis Valcárcel, possa impulsionar as iniciativas das políticas europeias da água com uma abordagem mais adequada aos problemas do Mediterrâneo.

Acordaram também designar a Região como um local para seminários internacionais, nos quais executivos de alto nível e membros de governos de países mediterrânicos podem vir a ser formados em cursos intensivos.

Os representantes da bacia mediterrânica também verificaram o desenvolvimento das explorações agrícolas de Murcian na co-geração de energia em estufas de alta tecnologia com produção destinada à exportação.

Este seminário, organizado pela Assembleia Regional e Local Euro-Mediterrânica (ARLEM) e coordenado pelo Instituto Euro-Mediterrânico da Água, teve uma vertente técnica e outras actividades através da colaboração do Instituto do Comércio Externo.

Assim, grandes empresas regionais e nacionais participaram na mesma com o objectivo de desenvolver acordos com instituições de outros países mediterrânicos e facilitar a transferência de tecnologia da água.

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