Marcela Cubillos


Deputada (2002-2010)Edit

Nas eleições de Dezembro de 2001, foi eleita Deputada da UDI para a Região Metropolitana, para o período legislativo de 2002 a 2006, para o Distrito Nº 21, correspondente às comunas de Ñuñoa e Providencia. Durante o seu mandato, foi membro das comissões permanentes de Constituição, Legislação e Justiça; Direitos Humanos, Nacionalidade e Cidadania; e Educação, Desporto e Recreio.

Ela foi reeleita em Dezembro de 2005 para o mesmo distrito, para o período legislativo de 2006 a 2010. Integrou as comissões permanentes de Educação, Desporto e Recreio; Recursos Naturais, Património Nacional e Ambiente; e Família, bem como a Comissão Especial da Juventude.

p>Cubillos esteve ausente de 66% das sessões da Comissão do Ambiente quando era congressista. Além disso, votou em Maio de 2009 contra a emenda ao decreto com força de lei n.º 340, sobre as concessões marítimas, que visava estabelecer a obrigação dos concessionários de preservar o ambiente marítimo e aquático livre de poluição.

Para as eleições parlamentares de Dezembro de 2009, decidiu não se candidatar à reeleição e assumiu o cargo de porta-voz da campanha presidencial de Sebastián Piñera. Contudo, no início de 2010, poucos dias antes da segunda volta das eleições, deixou o seu posto e juntou-se à Universidad Mayor, onde dirige o seu Centro de Estudos e Análise. Nesse mesmo ano escreveu, juntamente com Andrés Allamand, o livro The Star and the Rainbow, sobre como a Concertación foi derrotada após 20 anos no poder.

Pinera’s Minister (2018-2020)Edit

Cubillos foi nomeado Ministro do Ambiente do Chile pelo Presidente Sebastián Piñera. Assumiu essa posição a 11 de Março de 2018. A 9 de Agosto desse ano deixou esse cargo para assumir o cargo de ministro da educação, substituindo Gerardo Varela.

Em Agosto de 2019, como ministro foi constitucionalmente acusada pela oposição impulsionada pelo Partido Socialista e a 1 de Outubro desse ano a acusação foi rejeitada por falta de coerência jurídica pela Câmara dos Deputados por 73 votos a favor da aprovação da calúnia e 77 contra, sendo considerada um triunfo político pelo partido no poder.

Renunciou em 28 de Fevereiro de 2020, deixando como seu sucessor o antigo subsecretário da mesma pasta, Raul Figueroa Salas. Nessa ocasião, anunciou a sua adesão à campanha pela rejeição da alteração da constituição.

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