Fracturas diafisárias do fémur com traço instável tratadas com Colchero centro-medular fixado ao osso com pinos | Rev. mex. ortop. traumatol;8(1): 18-22, Jan.-Fev. 1994. | LILACS

SUMÁRIO

No Hospital General de Coyoacán Xoco dos Servicios Médicos del Departamento del Distrito Federal, foram estudados 46 pacientes tratados com unha centromedular fixada em parafusos com diagnóstico de fractura diafisária femoral com traço instável. A maior incidência foi encontrada com a idade de 30 anos. A etiologia da lesão era secundária a um mecanismo violento. Vinte e cinco fracturas fechadas e 21 fracturas abertas foram diagnosticadas, das quais 17 eram de grau I e quatro de grau II. O segmento mais afectado foi a junção meio-distalina (54,5 por cento). A causa mais comum destes ferimentos foram projécteis de armas de fogo de baixa velocidade (34,7%, 16 casos). A causa mais comum destes ferimentos foram projécteis de armas de fogo de baixa velocidade (34,7%, 16 casos). 80,4% tinham diferentes graus de cominuição. A estabilidade nas 45 fracturas uma vez operadas foi suficiente para assegurar a cura em todos os casos de 100 por cento ocorridos nas primeiras 14 semanas. A reabilitação foi igualmente satisfatória para obter resultados funcionais dentro de uma média de 12 semanas em 42 pacientes. A marcha e a posição de pé poderiam ser alcançadas numa média de oito dias em 96 por cento dos casos. O regresso ao trabalho foi possível na maioria (95 por cento) às 14 semanas. A estadia hospitalar média foi de 24 dias. As complicações foram mínimas e reversíveis

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